DAR


SENTIDO


À


ORDEM










estratégia


«Dar sentido à Ordem», o lema da nossa candidatura, tem duas leituras que resumem a estratégia global que queremos seguir.

A primeira leitura tem que ver com a necessidade de haver uma maior correspondência efectiva entre a pluralidade dos arquitectos e a Ordem que os representa. A verdade é que a Ordem tem deixado de fazer sentido para muitos arquitectos, que se afastaram por não reconhecerem utilidade na instituição e por não se sentirem incluídos. A Ordem deve por isso ganhar densidade e corpo crítico a partir das múltiplas práticas e geografias hoje possíveis no exercício da arquitectura: nos escritórios, nos municípios, nas imobiliárias, nas empresas de construção, na academia, na produção cultural, na gestão de obra, na fiscalização, na investigação, na curadoria ou na edição.

Assumimos assim a responsabilidade de voltar a dar sentido à Ordem, de fazer com que os arquitectos, nas suas mais variadas frentes de intervenção, se sintam representados e motivados a participar. Os arquitectos que trabalham entre Vila Real e Coimbra, entre Basel e Londres, ou ainda os que optaram profissionalmente por outras áreas, como o design, fotografia ou vídeo, devem ser incluídos na nossa estratégia. A sua experiência deve ser valorizada, convocada e integrada. Teremos então de criar as condições necessárias que permitam a integração dos diferentes modos de exercício da profissão, promovendo a discussão nacional sobre a diferenciação de quotas ou a redefinição dos actos próprios do arquitecto.

A segunda leitura tem que ver com a necessidade de dar um verdadeiro rumo à Ordem a partir de uma intervenção capaz de transmitir e reflectir uma cultura arquitectónica socialmente comprometida. A nova sede da Secção Regional Norte deveria corporizar e potenciar todo o seu espaço neste objectivo. Entendemos que a Ordem deve valorizar a arquitectura e contribuir para uma maior aproximação dos arquitectos à sociedade, acompanhando as problemáticas actuais e sensíveis para a sua prática, como os desafios colocados pela reabilitação urbana, pela legislação, pelos fenómenos de gentrificação, pela desertificação do interior, pela expansão do campo disciplinar da arquitectura ou pela massificação do turismo.

Defendemos também o reforço do serviço da Ordem na proximidade com os arquitectos, investindo no apoio à prática, na defesa de valores de referência para honorários, na dignificação do trabalho, no apoio ao acesso à profissão ou na descentralização da formação. Neste sentido, pretendemos explorar a rede entre núcleos, numa estratégia concertada para uma maior articulação no território. Queremos ainda estabelecer parcerias com municípios e instituições na promoção da diversidade de modelos e tipologias de concurso e na implementação do concurso como uma mais valia de modelo de promoção da encomenda.

«Dar sentido à Ordem» remete para uma vontade de renovação que se traduz na constituição da equipa que compõe a lista, com arquitectos de diferentes gerações, formações, geografias e práticas profissionais. Acreditamos que a Ordem só faz sentido se nos representar a todos.









programa


PROBLEMÁTICA

Onde está a ordem hoje? Quem combate pelos arquitectos?

A profissão vive com a crise: emigrar ou viver na escassez. Qual a importância do nosso trabalho, da possibilidade de construir um novo quadro espacial qualificado? Quem nos representa, quem defende a arquitectura?

Onde está a ordem hoje? Somos inclusivos?

Intervimos no território e na cidade. Entretanto deixamos na penumbra largas áreas de actuação profissional que devem ser justamente reconhecidas e valorizadas. A Ordem tem deixado de fazer sentido para muitos arquitectos, que se afastaram por não reconhecerem utilidade na instituição e por não se sentirem incluídos. Quantas práticas cabem na Ordem?

Onde está a ordem hoje? Como somos vistos?

A Ordem, hoje, parece esgotar-se em actos assistencialistas sem perspectiva de futuro. Consomem-se recursos que não promovem a defesa da arquitectura, da cidadania, da qualidade de vida, muito menos da prática profissional. Como somos vistos pela sociedade? Porque somos dispensáveis?

ESTRATÉGIA

Faz sentido uma ordem inclusiva e aberta

Uma correspondência efectiva entre a pluralidade dos arquitectos, as suas práticas, e a Ordem que os representa, faz sentido. Devemos por isso ganhar densidade e corpo crítico a partir das múltiplas práticas e geografias hoje possíveis no exercício da arquitectura: nos escritórios, nos municípios, nas imobiliárias, nas empresas de construção, na academia, na produção cultural, na gestão de obra, na fiscalização, na investigação, na curadoria ou na edição.
Assumimos, assim, a responsabilidade de voltar a Dar sentido à Ordem, de fazer com que os arquitectos, nas suas mais variadas frentes de intervenção, se sintam representados e motivados a participar. Os arquitectos que trabalham entre Vila Real e Coimbra, entre Basel e Londres, ou ainda os que optaram profissionalmente por outras áreas, como o design, fotografia ou vídeo, devem ser incluídos. A sua experiência deve ser valorizada, convocada e integrada.
Propomos criar as condições necessárias que permitam a integração dos diferentes modos de exercício da profissão, promovendo a discussão nacional sobre a reformulação dos sistemas de quotização e de admissão, bem como a redefinição dos actos próprios da profissão.
Dar sentido à Ordem remete para uma vontade de renovação, que se traduz na constituição da equipa que compõe a lista, com arquitectos de diferentes gerações, formações, geografias e práticas profissionais.
Acreditamos que a Ordem só faz sentido se nos representar a todos.

ACÇÕES

Prática e Encomenda

→ Propor quadro de valores de referência de honorários que dignifiquem os actos próprios da profissão.
→ Consolidar o apoio à prática e o apoio jurídico, disponibilizando serviços de proximidade e uma actualização sistemática da legislação.
→ Defender o concurso público como modelo privilegiado de promoção da encomenda.
→ Simplificar e acompanhar os processos de encomenda pública.
→ Recuperar o papel da OASRN como parceira das entidades públicas e privadas, enquanto reguladora da qualidade da encomenda.

Cultura e Formação

→ Estabelecer parcerias estratégicas com os munícipios na área da cultura e da formação.
→ Garantir a representação da pluralidade do exercício da profissão, dando visibilidade ao trabalho desenvolvido pelos membros em todo o território.
→ Antecipar a discussão das problemáticas emergentes como forma de participação cívica.
→ Integrar e convocar a comunidade de arquitectos que trabalham fora do país, através da criação de um programa cultural que possibilite o debate e dê visibilidade à sua experiência.
→ Reforçar o papel da Arquitectura enquanto actividade essencial ao desenvolvimento económico e social.

Ordem e Participação

→ Implementar o modelo organizativo decorrente dos novos estatutos, sem prescindir da valorização da autonomia das secções regionais enquanto estruturas privilegiadas para o apoio aos membros.
→ Articular as propostas programáticas com a acção dos restantes órgãos regionais e nacionais, em conformidade com as competências respectivas.
→ Propor a reformulação dos sistemas de quotização e de admissão.
→ Potenciar o uso da nova sede da OASRN, através de um programa trienal de interacção com os membros e a sociedade.
→ Criar as condições necessárias para que os núcleos possam ter funcionamento regulamentado nos termos dos novos estatutos.









equipa


Mandatário e delegado da candidatura

Mandatário

António Belém Lima

Delegado

José Gigante

Mesa da Assembleia Regional norte

Presidente

Jorge da Costa

Secretário

António Leitão Barbosa

Secretário

Isabel Matias

Suplente

Paulo Moura

Conselho Regional de Disciplina Norte

Presidente

António Lousa

Vogal

João Quintão

Vogal

Desirée Pedro

Vogal

Bruno Baldaia

Vogal

Duarte Lema

Suplente

João Nuno Gomes

Suplente

Luís Pessanha

Conselho Directivo Regional Norte

Presidente

Pedro Baía

Vice-Presidente

Magda Seifert

Vogal

André Fernandes

Vogal

Ivo Oliveira

Vogal

Bernardo Amaral

Vogal

Teresa Ferreira

Vogal

José Martins

Vogal

Andreia Garcia

Vogal

Luís Sobral

Suplente

João Greno

Suplente

Duarte Morais Soares

Suplente

Rui Cavaleiro